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ITENS DO OBSERVATÓRIO
11,6 milhões de jovens brasileiros não estudam nem trabalham
- 26/12/2017
- Radar de Imprensa
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Por Fernanda Santos Não estudar nem trabalhar é, hoje, a realidade de 25,8% dos jovens do país que têm entre 16 e 29 anos. Em 2014, a porcentagem era de 22,7%. A conclusão é da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE e foi divulgada este mês. Segundo o levantamento, os chamados “nem nem” já são 11,6 milhões de brasileiros. Desigualdade de gênero
As oportunidades e os riscos com a chegada da Base Nacional
- 22/12/2017
- Radar de Imprensa
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de gênero. “A retirada desses termos é um indicador ruim de que eles ainda são tabus, e temos evidências suficientes de que crianças e adolescente sofrem discriminação. De qualquer forma, achamos que, mesmo sem a presença do termo, devemos seguir nas discussões dessa natureza”, diz o chefe da área de Educação. Na visão da superintendente do Cenpec (Centro de Estudos
Analfabetismo no Brasil tem taxas maiores entre pessoas com mais de 60 anos
- 22/12/2017
- Radar de Imprensa
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um dos programas oferecidos, a jovem sabia escrever o próprio nome, mas continuava sem saber ler. O relato da aposentada expõe uma característica importante do índice de analfabetismo. De acordo com o IBGE, a maior taxa dos que não sabem ler ou escrever se concentra entre os idosos. — O indicador para os que têm 60 anos ou mais ultrapassa os 20%. É uma questão não só
‘Brasil não tem histórico de ações efetivas contra o analfabetismo’, diz especialista
- 21/12/2017
- Radar de Imprensa
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que uma explicação importante diz respeito à idade mais elevada da população brasileira. - É preciso ser levado em consideração a análise por grupos de idade. Essas pessoas estão, principalmente, concentradas naquelas com 60 anos ou mais. O indicador para elas ultrapassa os 20%. É uma questão não só da educação atual, mas estrutural de educação histórica do país - destaca
Jovens 'nem-nem' já são 20% da população de 14 a 29 anos
- 21/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
a 24 anos, en que 26,3% das pessoas não estudam e nem trabalham ou frequentam algum tipo de curso. Em seguida, está a população de 25 a 29 anos, com 24,8% nessa situação. O percentual é pequeno entre os jovens de 14 a 17 anos, em que somente 6,5% não estudam e nem trabalham. As desigualdades de gênero também aparecem nesse indicador. O índice de mulheres
Brasil ainda tem 11,8 milhões de analfabetos, segundo IBGE
- 21/12/2017
- Radar de Imprensa
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com a região do país, sendo o Sudeste a área com maior número de anos de escolarização (8,8 anos). O Nordeste aparece na lanterna desse indicador, com média de 6,7 anos de estudo. Mais uma vez, além da diferença regional, há discrepâncias entre a população branca e a negra, com 9 anos e 7,1 anos de estudo, respectivamente. - As pessoas de cor branca historicamente
País tem 11,8 milhões de analfabetos; taxa entre negros dobra ante brancos
- 21/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
com 60 anos ou mais é a mais alta do país, de 20,4%, ou 6,07 milhões de pessoas. A diferença racial também está presente nas faixas de idade mais avançadas. Entre negros nessa faixa, 30,7% são analfabetos. O mesmo indicador para brancos chega a 11,7% da população. O contingente maior de analfabetos nas camadas mais velhas da população remonta deficiências
Educação versus corrupção
- 19/12/2017
- Radar de Imprensa
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e Finlândia) estão entre os 14 melhores no Pisa. O Brasil está ruim em ambos indicadores. Foi o 79º no IPC e o 62º na média das notas do Pisa (Matemática, Ciências e Leitura). A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) estima que a corrupção brasileira anual situa-se entre 1,4% e 2,3% do PIB. Em valores atualizados, o montante pode chegar a R$ 150
30,9% dos jovens potiguares não trabalham nem estudam, diz IBGE
- 15/12/2017
- Radar de Imprensa
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Pelo menos 30,9% dos jovens potiguares de 16 a 29 anos não estudam e nem trabalham. Os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são referentes a 2016 e revelam ainda que 25% dos jovens do RN só estudam e 36,2% só trabalham. Em 2016 o percentual
Com recessão, mais jovens nem estudam nem trabalham, diz IBGE
- 15/12/2017
- Radar de Imprensa
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Ao aumentar o desemprego entre os jovens, a recessão elevou o número de brasileiros entre 16 a 29 anos de idade que nem estudam nem trabalham. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2017, divulgada nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o porcentual de jovens nessa situação, que se manteve estável de 2012
Crise faz aumentar o número de jovens "nem-nem", aponta IBGE
- 15/12/2017
- Radar de Imprensa
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procuravam trabalho. De acordo com a "Síntese de Indicadores Sociais 2017", divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção dos chamados "nem-nem" cresceu de 22,7% em 2014 para 24% em 2015, após dois anos de estabilidade. Em 2016, ao chegar a 25,8%, isso significava um acréscimo de 1,4 milhão de jovens
Número de jovens que abandonou ensino médio cai 90% em 9 anos no ES, aponta Censo Escolar
- 13/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
em conta o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Brasil, o crescimento da rede pública do estado é o maior registrado desde que o indicador foi criado, em 2005. Com uma expansão de 0,3 pontos (ou cerca de 9% com relação a 2013), o Ensino Médio da rede estadual, que representa 293 escolas e mais de 107 mil estudantes, atingiu 3,7 pontos em 2015
Chance de aprender é maior quando estados e municípios são parceiros
- 11/12/2017
- Radar de Imprensa
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é medir a trajetória do estudante em diferentes localidades”, explica o professor Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Inep e um dos autores do IOEB. A ideia é que, dadas as características pessoais e familiares de um indivíduo, o indicador consiga medir em quais municípios ou estados ele teria um melhor desempenho e encontraria maiores oportunidades educacionais
Oportunidade educacional varia de forma desigual em cidades brasileiras
- 07/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
O lento avanço educacional brasileiro ocorre de maneira desigual em cerca de 5.000 municípios do país. Pouco menos da metade deles (46% do total) melhorou em um indicador que mede a evolução de fatores como inclusão escolar e qualidade do ensino, entre 2015 e 2017. Na outra metade, um pequeno grupo ficou estagnado (16% do total) e outro maior chegou
Metas e prioridades do ensino brasileiro, por João Marcelo Borges
- 07/12/2017
- CEDOC
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, a implementação da Base Nacional Comum Curricular, a importância dos indicadores de aprendizagem e as principais prioridades para melhorar a educação no país.
Seminário destaca sucesso no ensino
- 06/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
de indicadores e metas de resultados. O secretário de Educação é enfático ao dizer que todo esse trabalho, que reflete a nuance de um contexto histórico a partir dos princípios do educador Paulo Freire, “coloca o estudante no centro do processo, fortalecendo o seu protagonismo e projeto de vida”. Já os recursos advindos das fontes de financiamento destinados à educação
PRISCILA CRUZ: Uma grande oportunidade para a educação
- 01/12/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
-se a especialistas de diferentes campos de atuação para propor caminhos de maior indução em qualidade com equidade. Um primeiro passo é fazer com que a distribuição de recursos dentro de cada Estado considere indicadores fiscais e/ou socioeconômicos de cada município, e não apenas seus atuais fatores de ponderação. A ideia é dar mais recursos para quem tem menos condições
La influencia del liderazgo pedagógico en las prácticas educativas
- 2017
- CEDOC
- Texto
, a influência da liderança pedagógica na melhoria dos processos de formação dos alunos, o que impacta nos indicadores de qualidade das instituições.