PALAVRA-CHAVE BUSCADA
228 resultados encontradosITENS DO OBSERVATÓRIO
Érica Fraga: Culpa de recorde brasileiro em abuso contra professor é nossa
- 30/08/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
Professores, você acham que sua profissão é valorizada pela sociedade? Na Austrália, 38,5% dos docentes dizem que sim. No Chile, 33,6%. Na Finlândia, 58,6%. No México, 49,5%. Nos EUA, 33,7%. No Brasil, o percentual cai para 12,6%, menos da metade da média de 34 países pesquisados e o oitavo menor percentual da amostra. Professores brasileiros que concordam
Érica Fraga: Culpa de recorde brasileiro em abuso contra professor é nossa
- 30/08/2017
- Radar de Imprensa
- Texto
Professores, vocês acham que sua profissão é valorizada pela sociedade? Na Austrália, 38,5% dos docentes dizem que sim. No Chile, 33,6%. Na Finlândia, 58,6%. No México, 49,5%. Nos EUA, 33,7%. No Brasil, o percentual cai para 12,6%, menos da metade da média de 34 países pesquisados e o oitavo menor percentual da amostra. Professores brasileiros que concordam
Professores sofrem até ameaça de morte nas escolas de BH
- 26/08/2017
- Radar de Imprensa
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. O Brasil está no topo do ranking de violência contra o professor, segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O levantamento aponta que 12,5% dos docentes brasileiros disseram sofrer violência verbal ou intimidação de alunos, pelo menos uma vez por semana. Em segundo lugar aparece a Estônia, com 11%, e, depois, a Austrália
Brasil é campeão em atos violentos de alunos contra professores
- 23/08/2017
- Radar de Imprensa
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, pelo menos uma vez por semana. O Brasil ocupa a primeira posição no ranking. Em segundo lugar aparece a Estônia com 11%, seguida pela Austrália com 9,7%. A pesquisa foi realizada em 34 países, com a participação de 100 mil professores e diretores dos ensinos fundamental e médio. Outra pesquisa mostra que mais de 22,6 mil professores foram ameaçados por estudantes
Brasil é #1 no ranking da violência contra professores: entenda os dados e o que se sabe sobre o tema
- 22/08/2017
- Radar de Imprensa
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mais alto entre os 34 países pesquisados - a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero. A pesquisadora Rosemeyre de Oliveira, da PUC-SP, atribui a violência nas escolas à impunidade dos estudantes. “O aluno que agride o professor sabe que vai ser aprovado
Reformas educacionais no país esquecem o principal, o professor
- 21/08/2017
- Radar de Imprensa
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também províncias da Austrália, Canadá e China). Encontraram nesses sistemas dura seleção para quem poderá atuar como professor. Em Cingapura, apenas quem está entre os 30% melhores alunos do ensino médio entra em cursos que formam docentes. Na Finlândia, também ingressam apenas os melhores alunos nos cursos para o magistério, que duram cinco anos, com teoria
Cinco professores são agredidos por dia dentro de escolas em São Paulo
- 13/08/2017
- Radar de Imprensa
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e diretores de escolas de 34 países e coloca o País no topo da lista de violência escolar. Depois do Brasil, aparece a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Há países como Coreia do Sul, Malásia e Romênia onde o índice é zero. Nota oficial da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo "Em caso de agressões a professores, medidas educativas e restaurativas são
Escola Porto Real, na Barra, separa meninos e meninas
- 26/07/2017
- Radar de Imprensa
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University, na Flórida, indicou que, enquanto meninas que estudam em classes mistas obtiveram 59% de proficiência acadêmica, as matriculadas em turmas single sex alcançaram 75%. No caso dos meninos, a diferença é de 37% para 86%. Além disso, países como a Austrália realizam congressos regularmente para discutir a proposta. Adrianna reconhece, porém
Escola da Barra separa meninos e meninas
- 26/07/2017
- Radar de Imprensa
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University, na Flórida, indicou que, enquanto meninas que estudam em classes mistas obtiveram 59% de proficiência acadêmica, as matriculadas em turmas single sex alcançaram 75%. No caso dos meninos, a diferença é de 37% para 86%. Além disso, países como a Austrália realizam congressos regularmente para discutir a proposta. Adrianna reconhece, porém
Reforma aproxima ensino médio brasileiro do exterior, dizem especialistas
- 27/06/2017
- Radar de Imprensa
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é considerada o padrão em países desenvolvidos. Diretores de colégios paulistanos comparam a reforma brasileira a modelos adotados no Estados Unidos, Canadá, Austrália e Inglaterra. Todos já implementaram, em maior ou menor proporção do currículo, a especialização em áreas do conhecimento durante esta etapa. “O Brasil está chegando muito atrasado nessa discussão”, diz
Capital que mais falta ao Brasil é o moral
- 25/05/2017
- Radar de Imprensa
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existe por deslealdade chancelada pelo setor público etc. Se olharmos para os primeiros lugares desses indexes, por outro lado, veremos países como os nórdicos, Nova Zelândia e Austrália, que estão sempre nos primeiros lugares de melhores instituições e políticas públicas. Há, portanto, uma grande correlação entre a qualidade do que o setor público (ex
Três grupos de estudantes caxienses representam país em eventos internacionais voltados à ciência
- 11/05/2017
- Radar de Imprensa
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que, às vezes, transcendem a própria escola. Robô caxiense na Austrália Dos dias 6 a 9 de julho, outro grupo de estudantes caxienses vai representar o país em um evento internacional. Desta vez, sete alunos, com idades entre 12 a 17 anos, três mentores e uma coordenadora da Rede Caminho do Saber, todos integrantes da equipe de robótica Tecnoway, competirão no First Lego
O que os EUA podem ensinar ao Brasil sobre a implantação da base curricular
- 07/05/2017
- Radar de Imprensa
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. A situação serve de alerta para o Brasil, que se prepara para adotar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em nações com população menor, como Austrália, Cingapura e Portugal, bases curriculares têm sido exitosas. Para muitos pesquisadores, contudo, é mais adequado comparar o Brasil com os EUA. Ambos são países continentais e federados (Estados com autonomia
Por que a marcha pela ciência foi um fiasco no Brasil?
- 23/04/2017
- Radar de Imprensa
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, Alemanha e Austrália também saíram em marcha e, ao que parece, tinha muito mais gente –incluindo simpatizantes (ou seja, pessoas que não são cientistas, mas apoiam a ciência). Compartilhar Facebook Twitter Google+ Whatsapp X Para Helena Nader, da SBPC, a chuva, sim, atrapalhou a marcha pela ciência em vários lugares do país. Ela diz também que faltou comunicação
Rachel Lotan, professora: ‘É preciso romper mitos nas salas de aula’
- 13/04/2017
- Radar de Imprensa
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, os alunos enxergam-se como colegas e pares, competentes e capazes de contribuir para o aprendizado comum. Nesse tipo de sala de aula, eles resolvem problemas da vida real, tratam dos seus dilemas e trocam ideias, de forma democrática, de igual para igual. Esse modelo já é aplicado na Noruega, Suécia, Austrália, Hungria e no Chile. Qual o primeiro passo
'Em ciências, base curricular é trágica', avalia especialista de Stanford
- 06/04/2017
- Radar de Imprensa
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fazem isso muito mais fácil. Alguns países como a Austrália debateram a sua base por quase dez anos. Debatemos, aqui, o suficiente? Sem dúvida não debatemos o suficiente, e sem dúvida poderia ter sido muito melhor. Mas agora acho que o debate deve ser outro –temos uma base feita, não podemos retroceder, mas precisamos de um mecanismo de revisão. O CNE deve
Nova base curricular tem meta de alfabetização mais cedo do que a atual
- 06/04/2017
- Radar de Imprensa
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e integrante do Movimento pela Base -defensor de uma base curricular nas escolas brasileiras nos moldes de países como Austrália, Canadá e Portugal. "Essa clareza também ajuda o professor a saber o que é esperado e o que ele tem que entregar", diz. CONTEÚDO 'ANTECIPADO' A nova proposta para a base nacional curricular também antecipa alguns objetivos de aprendizagem
'Em ciências, base curricular é trágica', avalia especialista de Stanford
- 06/04/2017
- Radar de Imprensa
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os laboratórios maker fazem isso muito mais fácil. Alguns países como a Austrália debateram a sua base por quase dez anos. Debatemos, aqui, o suficiente? Sem dúvida não debatemos o suficiente, e sem dúvida poderia ter sido muito melhor. Mas agora acho que o debate deve ser outro -temos uma base feita, não podemos retroceder, mas precisamos de um mecanismo de revisão
O que acontece com o Ciências sem Fronteiras. E as possíveis consequências do fim do programa
- 04/04/2017
- Radar de Imprensa
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, os gastos com o programa foram de R$ 12 bilhões nesse período. Algumas áreas foram priorizadas nesse tempo, como engenharia, biologia e ciências da saúde. Os países de destino, em sua maior parte, estiveram restritos à América do Norte e Europa. Estados Unidos, Canadá, França, Austrália e Alemanha foram os que mais receberam estudantes brasileiros. h Problemas
Escola volta atrás em sua posição de não aceitar que alunas usem tranças rastafári
- 04/04/2017
- Radar de Imprensa
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Como se alguém ainda precisasse de um lembrete sobre o poder das redes sociais, uma escola na Austrália precisou mudar uma de suas políticas após pedir a duas gêmeas de ascendência sudanesa que não usassem tranças rastafári na escola, porque elas não representavam corretamente a instituição. A história começou semana passada, quando as gêmeas Grace