O artigo discute a possibilidade de promover uma Educação Física antirracista, denunciando a tradição excludente e elitista do componente e apresentando o currículo cultural. Este currículo utiliza uma linguagem artificial, defendendo uma escola que valoriza outros saberes. Identifica-se essa linguagem em experiências que tematizam práticas corporais afro-brasileiras e indígenas. Conclui-se que tal Educação Física pode ocorrer através de situações didáticas que problematizam representações distorcidas e desconstruam discursos pejorativos sobre manifestações culturais contra-hegemônicas e seus participantes.
Por uma educação física antirracista: possibilidades do currículo cultural
Sobre o documento
- Título original: Por uma educação física antirracista: possibilidades do currículo cultural
- Data de publicação: 2024
- Autor(es): Neira, Marcos Garcia
- Local de publicação: Região Itapetininga
- Instituição(ões) relacionada(s): Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP (Editora)
- Suporte: Texto
- Tipologia: Artigo
- Tamanho: 15 páginas
- Edição: Volume 9; Edição 24 (Rev. Int. de Form.de Professores)
- Tipo Licença: CCBY - Atribuição