Artigo tem como objetivo discutir alguns dos temas abordados na resposta de Soares e Ernica (2025) à critica (Hoffmann, 2025) do uso da divergência de Kullback-Leibler na avaliação de proficiências em testes educacionais. Primeiro procuro deixar claro que as medidas de desigualdade de Theil não são casos particulares da divergência de Kullback-Leibler. Além disso, o artigo reconhece a importância de distinguir a desigualdade de oportunidades na obtenção de proficiências adequadas, mas ressalta que é válido e relevante considerar essa desigualdade como uma parcela da desigualdade total. Reconhece, também, que a análise da distribuição relativa pode ser uma metodologia muito útil; porém, no último tópico, destaca que o mais simples e claro é usar medidas clássicas de tendência central, dispersão, desigualdade e assimetria.
Novas considerações sobre como medir desigualdade de proficiências
Sobre o documento
- Data de publicação: 2026
- Instituição(ões) relacionada(s): Universidade de São Paulo - Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Autora) | Fundação Carlos Chagas (Editora)
- Identificadores: ISSN 1984-932X
- Fonte: Abre em uma nova guia https://doi.org/10.18222/eae.v37.12573
- Suporte: Texto
- Tipologia: Artigo
- Tamanho: 7 páginas
- Edição: Volume 37 (Estudos em Avaliação Eduacional)
- Tipo Licença: CCBY - Atribuição