Pesquisas têm demonstrado o despreparo das escolas regulares em desenvolver ações pedagógicas voltadas a pessoas surdas, em razão de carência de intérpretes educacionais, inabilidade na língua de sinais, falta de interação com alunos surdos, indiferença à Língua Brasileira de Sinais, ausência de formação docente e de um currículo para as diferenças. Este artigo problematiza as fragilidades da formação docente e do currículo da escola regular e sua relação com o atendimento educacional especializado para surdos em escolas públicas. Analisa narrativas de professores ouvintes que atuavam em classes regulares, revelando a dependência do AEE e seu caráter compensatório para a educação de surdos.
Fragilidades da formação docente e do currículo na escola regular e sua relação com o atendimento educacional especializado para pessoas surdas
Sobre o documento
- Título original: Fragilidades da formação docente e do currículo na escola regular e sua relação com o atendimento educacional especializado para pessoas surdas
- Data de publicação: 2025
- Autor(es): Romário, Lucas
- Local de publicação: São Paulo
- Instituição(ões) relacionada(s): Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Editora)
- Identificadores: ISSN 2176-6681
- Fonte: Abre em uma nova guia https://doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.106.6523
- Suporte: Texto
- Tipologia: Artigo
- Tamanho: 22 páginas
- Edição: Volume 106 (Revista brasileira de estudos pedagógicos)
- Tipo Licença: CCBY - Atribuição