O artigo investiga o neoconservadorismo no Brasil desde 2014 e seus efeitos na educação. Utilizando a chave analítica do pós-fascismo, revelam-se estratégias políticas que enfraquecem instituições democráticas e escolas públicas. Movimentos como Escola Sem Partido (ESP) e as escolas cívico-militares (ECIM) são abordados como vitrines moralizantes, explorando o pânico moral da nação. Dados quantitativos das ECIM, coletados via Lei do Acesso à Informação, mostram o impacto do ESP na autocensura dos professores. A análise metodológica baseia-se na perspetiva foucaultiana da anarqueologia, atualizando-se em regimes de verdade e relações de poder emergentes e prevalentes.
Do movimento escola sem partido às escolas cívico-militares: subjetividades neoconservadoras e pós-fascistas no Brasil contemporâneo
Sobre o documento
- Título original: Do movimento escola sem partido às escolas cívico-militares: subjetividades neoconservadoras e pós-fascistas no Brasil contemporâneo
- Data de publicação: 2026
- Local de publicação: São Paulo
- Instituição(ões) relacionada(s): Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) (Editora)
- Identificadores: ISSN 1809-449X
- Fonte: Abre em uma nova guia https://doi.org/10.1590/S1413-24782026310001
- Suporte: Texto
- Tipologia: Artigo
- Tamanho: 19 páginas
- Edição: Volume 31
- Tipo Licença: CCBY - Atribuição